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O ministro italiano da Saúde,
Girolamo Sirchia |
ROMA
- O ministro italiano da Saúde, Girolamo Sirchia, disse que
apesar dos resultados positivos registrados até agora no cenário das
terapias, "a Aids continua sendo um problema na Itália", e destacou a
importância da prevenção e sobretudo de se submeter ao teste "na
primeira suspeita de risco".
Na Itália a Aids ainda é um
perigo. Depois das esperanças em meados dos anos 90 com a chegada das
novas terapias combinadas, hoje a redução no número de novos casos
assinalou um recuo. Todavia aumentou o período da passagem das condições
de soropositivo para a doença conclamada, assim como aumentou a
sobrevivência das pessoas que convivem com o vírus.
Este é o novo quadro da Aids na
Itália, a luz dos dados do Centro operacional Aids (Coa) do Instituto
superior de saúde (Iss), atualizados em 30 de novembro e apresentados
ontem em Roma, no encontro organizado no instituto Spallanzani em
virtude do dia mundial da Aids.
Segundo o responsável do Coa,
Giovanni Rezza, graças a terapia se vive mais e melhor, mas "não se pode
abaixar a guarda". Na Itália o número de pessoas que vivem com a
infecção é estimado em ao menos 120.000. São 19.000 aqueles na qual foi
diagnosticada a doença.
Rezza revelou que na Itália uma
pessoa a cada duas daquelas que se submetem ao teste descobre somente
naquela hora que tem a doença conclamada. Aumentou a idade media na qual
se chega ao diagnostico: subiu para 40 anos para os homens e 38 para as
mulheres, enquanto em 1985 era respectivamente 29 e 24 anos.
(©
Ansa EuroSul)
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