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Reuters - 2.jul.2003
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Silvio Berlusconi,
premiê da Itália |
Da AFP
A
oposição italiana denunciou nesta terça-feira uma reforma nas leis de
audiovisual que pode favorecer o dirigente do país, Silvio Berlusconi,
o magnata italiano das telecomunicações.
No total, 155
senadores votaram a favor da reforma e 128 votaram contra. O Senado
conta com 315 cadeiras, entre elas 177 ocupadas pela coalizão
governamental liderada por Berlusconi.
A reforma deve ser aplicada
antes do final do ano, para que o dirigente italiano não seja obrigado a
ceder uma de suas três redes de televisão.
O projeto de lei do ministro
das Comunicações, Maurizio Gasparri, suspende de fato a proibição feita
a uma mesma pessoa de possuir mais de duas redes nacionais.
(©
Diário Online)
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"Indisposição" deixa Berlusconi seis
dias fora do governo |
da France Presse, em Roma
O chefe do governo italiano,
Silvio Berlusconi, 67, está doente e sofre há seis dias de "uma leve
indisposição", afirmou hoje o ministro da Indústria, Antonio
Marzano.
Berlusconi, que tinha
programado assistir, em Nápoles, à assinatura de um acordo sobre
energia entre Israel e a Autoridade Nacional Palestina no Foro
Euromediterrâneo, não pôde comparecer por problemas de saúde.
Atual presidente da União
Européia, Berlusconi teve de cancelar na quinta-feira passada (27),
de última hora, uma viagem à Índia para assistir à quarta cúpula
UE-Índia por causa de um 'leve mal-estar intestinal", diz um
comunicado da presidência do Conselho de Ministros.
Compromissos
Segundo a imprensa italiana,
Berlusconi, que está sendo substituído pelo vice-primeiro-ministro
Gianfranco Fini em seus compromissos, encontra-se em sua residência
em Milão há vários dias.
Berlusconi tem uma viagem programada para quinta-feira (4) a Paris
para assistir a uma reunião de dirigentes do Partido Popular Europeu
(PPE). Lá, ele deve se reunir com o ministro das Relações Exteriores
da França, Jean-Pierre Raffarin, e com o premiê espanhol, José Maria
Aznar.
Na sexta-feira (5) e no
sábado (6), Berlusconi deve viajar a Tunísia para uma cúpula entre
cinco países europeus, Itália, França, Espanha, Portugal e Malta, e
cinco do Magreb, Tunísia, Argélia, Marrocos, Líbia e Mauritânia.(©
Folha Online)
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